Blog dos Abraços

Algumas histórias que se abraçam.


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E eu era feliz!

Não era bem isso que eu queria.

Fui sendo levada pelas circunstâncias. A minha intenção ao abrir esse blog não era ficar preparando esta salada que às vezes me incomoda. Tenho um blog pessoal no qual faço o que quero, das imagens aos textos, uma delícia, pena que falta tempo, porém não é público, somente alguns amigos têm acesso, e muito menos educativo, o verdadeiro diário, relato de experiências, impressões e reflexões pessoais.

Admiro a coragem de alguns que postam contos, crônicas e poemas na íntegra, sem autorização dos autores ou editoras, talvez seja por desconhecimento dos direitos autorais. Era exatamente isso o que eu fazia quando comecei.

E eu era feliz!

Quando quero que um aluno leia um livro, faço o quê? Conto ou leio a história com o livro escancarado para que se deslumbre com as imagens e se encante com o texto. Depois é aquela farra, ou melhor, guerra. Todos querem pegar o único livro de que disponho e levar para casa, tal qual um amigo, a intimidade é fundamental. E quando a paixão é avassaladora, nem querem devolver o livro, é natural.

Quem se interessa por resenha? O leitor? O professor? O aluno?

Todos querem mais é ouvir uma história bem contada, um poema bem declamado, umaleitura dramatizada ou talvez representada.

É claro que não posso exibir um livro todo aqui, mesmo porque não me pertence! Mas pedir autorização para trechos, um conto ou um poema de um livro de um mesmo autor, é um pouco demais!

Não se espantem, a revolta passa. Tudo porque queria mostrar a beleza de um poema de Roseana Murray sobre o pôr-do-sol.

PS: Post publicado no Blogstórias Essenciais.